terça-feira, 10 de janeiro de 2012

o ano da grande virada

2011 foi um ano intenso. decisões, escolhas, novidades, aperto no coração. se for descrever tudo, vai faltar espaço. melhor então, resumir: foi o ano do retorno, da volta aos pampas. uma mudança rápida, que consumiu energias, trouxe esperança, renovou metas pro futuro e reascendeu o brilho nos olhos.

então, depois de quase cinco anos, eu estou aqui. rio grande do sul, porto alegre! com suporte da família e apoio dos amigos, tudo fica mais fácil (ou menos difícil). mas claro, uma decisão implica em perdas. e isso a vida ensina a superar.

2012 começou a milhão. trabalhando! a virada foi ao lado de dois colegas, o que traz conforto quando se está num período de foco profissional. por isso, venha com tudo 2012. para quem já tropeçou tanto e desviou de muitos obstáculos, o mito de que o mundo pode acabar não passa de uma simbologia. é o ano da grande virada!

boa sorte a todos!

sábado, 19 de novembro de 2011

novidades

minha vida mudou tão rápido que não sei nem por onde começar. estou em falta com os leitores. mas prometo em breve voltar a escrever e contar tudo que aconteceu nos últimos meses... muitas mudanças!

segunda-feira, 18 de julho de 2011

ainda falando comigo mesma. creio que seja uma fase. e passará.
aguardem.

sábado, 18 de junho de 2011

falar

às vezes, surge a necessidade de falar. falar aquilo que acomete a nossa paz. falar para assimilar. falar para acalmar e amadurecer os sentimentos. como uma sessão de terapia. mas ninguém tem a obrigação de escutar. por isso, aprendi a falar comigo mesma.

quarta-feira, 15 de junho de 2011

xô coisa ruim

nada melhor do que recarregar as energias e mandar embora tudo aquilo que desequilibra o nosso bem estar interior. o último post foi apenas uma constatação momentânea. indagações que, às vezes, surgem após o enfrentamento de situações com pessoas próximas. uma desgraça alheia que eclode sentimentos ruins adormecidos. você se depara com um fato semelhante ao que já passou e reflete se a sua reação foi a mais plausível, a mais digna. mas são sensações que surgem, mas que também se vão. e graças a deus se vão. algumas horas de dúvidas e pronto. basta uma boa conversa para enxergar que cada um assimila o sofrimento de uma forma diferente. se você passou uma borracha de forma bruta e ágil não significa que seja menos ou mais. talvez sinais de um coração calejado, ou de uma vida aberta aos aprendizados que sempre aparecem como oportunidades de crescimento (mesmo que sejam inicialmente em formato de lágrimas ou de dor). o que machuca passa. o que fica é bem maior.

e lembrem-se: o nome do blog revela que tudo escrito por aqui (ao menos, a maioria) é fruto de reflexões mais profundas. aquilo que faz pensar, que mexe com a mente e com as emoções. aquilo que não se explica, apenas se sente.

domingo, 12 de junho de 2011

e elas entram pela porta

momentos de reflexão.
um drama do nosso lado pode trazer à tona lembranças que, a muito custo, estavam adormecidas, esquecidas. lembranças que, ao retornar, não são bem vindas, mas nem por isso deixam de entrar pela porta da frente e se instalam sem qualquer receptividade.
mas ficam ali. olhando pra você. será que nunca foram bem encerradas? será que apenas trancamos a fechadura sem realmente mandá-las embora? nenhuma resposta convence.
a tv ligada não resolve. a internet parece não atualizar. mas o tempo passou. poxa, quase 4 anos. o tempo curou. só não curou a ferida. se é que um dia vai curar. não há ressentimentos. não há mais paixão. não há mais ódio. apenas lembranças de um sentimento que doeu, que machucou. que abalou aquele carinho, aquele amor-próprio, tão necessário para seguir em frente.

sábado, 14 de maio de 2011

balanço bimestral

março (aquele lindo mês) passou. com ele, ficam lembranças boas do primeiro carnaval no rio de janeiro. folia ao ar livre, reencontro de amigas, tranquilidade em ter como único compromisso 'festejar', prédio modelo torre de babel, cantorias, álcool e pouca comida, samba rodeado de vips, grandes artistas da música, praia e sol, poucas horas de sono, e grandes descobertas (totalmente pessoais).

e não foi só isso. março, mês do meu aniversário, este ano sediou a chegada dos meus 30 anos. em brasília, espumante com as 'sisters' para brindar a chegada de balzac. em porto alegre, enterro dos ossos, muita felicidade, um vídeo emocionante, familia reunida, e uma surpresa em especial. a agitação foi até a madrugada. e o resultado da celebração 'bem ao estilo da família kohlmann' só deixou o coração mais leve, a alma mais aberta e a mente mais criteriosa. quem sabe um amadurecimento à vista?

15 dias na cidade natal não tem preço. e desta vez, fiz questão de encontrar quase todos os amigos e ficar mais tempo ao lado da família: jantares, bar alemão, café, corrida no parque, show da shakira, reencontro de amigas dos 15 anos, churrascos, cinema, saída com o pai, visita à tv, ... enfim, muita coisa. precisava de mais uma semana para concluir todas as vontades planejadas.

e março se foi.... veio abril, e a comemoração dos 30 anos em brasília. como diria uma colega "comemorando 30 anos em 30 dias". quase isso. mas depois de tanta festa, muito trabalho. o mês que começa com o dia dos bobos não teve nada de mentira. plantões, reportagens especiais, curso do poder judiciário, consultas médicas, exames, malhação, congresso, enfim, incansáveis horas de correria na capital federal.

e veio maio. com ele, novidades. muitas novidades. entre as iniciais, a compra da minha bike (carinhosamente apelidade de "ceci"), uma viagem a são paulo com direito a rever amigos especiais, sessão de fotos para uma campanha institucional, dia das mães ao lado da minha 'mama', e muitas outras. nesta avalanche de acontecimento, é inerente a falta de tempo para refletir um pouco mais. enquanto a inspiração estiver dedicada a solucionar sonhos e metas, estarei mais ausente deste blog. mas creio que seja temporário. sempre chega um momento em que a poesia da vida me atinge e é necessario convertê-la em palavras.

quarta-feira, 2 de março de 2011

março, seu lindo!

carnaval chegando...
descanso e folia...
férias à vista...
niver em ritmo de samba...
reencontro de velhos (e grandes) amigos...
março promete!
e como promete!

2011, seu lindo, quero um ano inteiro assim pra mim.

terça-feira, 1 de março de 2011

a greve das lágrimas


ainda no clima de meu signo - aqueles peixinhos ( e em pleno 'inferno astral', que, por deus, parece não se manifestar), precisava revelar um acontecimento histórico. as lágrimas decretaram greve! paralisação geral, minha gente! há tempos que elas não dão as caras por aqui...

seria uma mudança zodiacal descrita pelos crentes da nova era? ou sinais daquilo que é mais sagrado - a vivência? fico com a segunda opção. já tentei filmes dramáticos, músicas românticas, propagandas tristes... nada. nenhuma gotinha. nem em época da visitante de todos os meses, a TPM... nadinha!

a última vez que uma lágrima brotou destes olhos foi de felicidade. ou melhor, emoção. estaria eu ficando mais fria? indiferente?? acho que retomo a tal palavra mágica - vivência. com o passar dos anos, a tristeza arrasadora não causa mais a mesma destruição. as decepções perdem um pouco a intensidade. as frustrações reduzem de tamanho. até porque as expectativas passam a tomar proporções menores perante à realidade dos fatos. acho que se cria uma proteção natural, como mãos calejadas acostumadas a pegar no arado.

enquanto isso, as alegrias tornam-se mais vivas e belas, mais verdadeiras e humanas. e elas conseguem (e como conseguem!!) desarmar este escudo realimentado por instintos de sobrevivência. estranho? nem tanto. diria apenas 'aprendizado'.

mas é bom reforçar. enquanto brasília vive em período de chuvas, tenho uma série desconfiança de que são pedro esqueceu de mim. a estiagem parece ter resolvido reinar neste espírito. nada de lavar a alma. algo diferente. um momento único.

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

o martírio de sonhar

sonhos... alento da realidade, fuga das decepções, objetivos de vida. eles são tudo. triste não é deixar de realizá-los. só a tentativa já reside na esperança de avançar. triste é se deparar com a impotência de não conquistá-los pelo simples fato do poder estar em outras mãos.

eu sempre sonhei. uma sonhadora nata, martírio de quem nasce regida pelo signo de peixes neste vasto zodíaco descoberto na babilônia. recentemente até tentaram alterar as datas. mas meu sol segue nesta constelação. sem arredar o pé do oceano profundo que remete a sentimentos inexplicáveis, onde dois frágeis animais, revestidos de escamas e barbatanas, dificilmente conseguem decifrar. ou carregar.

águas, ondas, correntes. levam e trazem. movimentos de sonhos eternos. e cada peixe, ainda assim, insiste em nadar em uma direção. cíclica. a imagem é clara: eles nunca encontram o mesmo destino. lados opostos que buscam o equilíbrio. uma balança que resbala entre pesos contrários. cada dia, num extremo. e muitas vezes, nesta queda de forças, os sonhos seguem intocáveis. inerentes a qualquer vestígio de mutação.

cristalinas ou turvas, as águas nunca revelam respostas do que os inexperientes nadadores enxergarão após as primeiras (ou repetidas) borbulhas. enigmas que afloram sensibilidade e meditação. sonhos iludidos por natureza. desejos desiludidos pela vida. motivações incansáveis de um dia chegar à terra firme.